Trocava eu palavras com um amigo sobre para onde caminha este fantástico mundo e que vivemos. Disse acreditar no retorno às coisas simples como algo a ser pensado, refletido e ponderado, em que pese a enorme influência que sofremos da tecnologia à nossa volta. Concluímos que é exatamente a simplicidade, ou seja, o modo descomplicado de se expor, de perceber e resolver os desafios que fará a diferença em nossas vidas.

Situações relativamente simples podem se tornar um pesadelo e o resultado certamente não será o esperado, gerando um desgaste desnecessário de toda a ordem. Vejamos o seguinte: Você está sendo entrevistado ou preenchendo um formulário e lhe perguntam: Tem inglês fluente? Respostas como nível intermediário, instrumental (esse é de doer!), médio, regular, avançado, semi avançado, ou então, falo, leio, mas não escrevo; leio, mas não falo nem escrevo e por aí vai, certamente não atende ao perfil procurado. Simplesmente responda: tenho ou não tenho inglês fluente e ponto final. Entenda, se a posição exige inglês fluente e o profissional não se sente confortável, melhor não se candidatar. Todos os envolvidos no processo sairão ganhando. Este é o ponto básico; situações reais demandam respostas simples e pontuais. Então, permita-me dizer-lhe algo: seja e aja da forma mais simples possível, sem ser ingênuo, tolo, crédulo ou simplório e, o melhor, não venda o que não possa ser entregue.

Dessa forma, como num passe de mágica, você verá que a vida lhe devolverá respostas simples, mas adequadas e justas para suas preces, perguntas e dúvidas.

Você não acha que menos é mais ?!

 

Simplifiquem sempre!!

 

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